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Metalurgia supera expectativas dos expositores
Houve um aumento, em relação à edição anterior, de 20% de visitantes de outros estados. Os expositores também receberam profissionais de diversos países, principalmente da América Latina. Destaque para Argentina, Peru, Venezuela, Chile, México e Itália. O resultado é a geração de negócios superior a R$ 400 milhões, que deverão ser consolidados em um ano após o evento. Conforme dados divulgados pelo presidente da Abifa, Devanir Brichesi, durante a feira, o setor deve investir mais de R$ 1,5 bilhão até 2012, aumentando a capacidade instalada em torno de um milhão de tonelada. “O investimento feito pelas empresas de todos os segmentos da cadeia produtiva da indústria de fundição e o aquecimento da economia, são responsáveis pela movimentação gerada na Metalurgia”, assinala Luiz Roberto Lepeltier, diretor da Messe Brasil, organizadora do evento. A expectativa para a Metalurgia 2010, além da ampliação da infra-estrutura do parque de exposições, é de que a feira seja ainda maior, acompanhando o crescimento do setor. “Para isso pretendemos encurtar o caminho até os expositores e evoluir ainda mais os contatos com os visitantes, sempre com o objetivo de ampliar a representatividade do setor”, finaliza Lepeltier. Negócios fechados Os responsáveis pelas empresas expositoras confirmam os números divulgados pela Messe Brasil. É o caso da joinvilense Rossil. “Retornamos à feira porque o resultado da edição de 2006 foi muito bom. Neste ano recebemos profissionais de todo o Brasil e da Argentina, Bolívia e Chile. Tanto o expositor como visitante vem à feira em busca de novas tecnologias para melhorar os processos e produtos”, garante João Pedro Rodrigues, diretor da Rossil.
Para Hunter o saldo também foi positivo. “Nós fechamos negócios na feira e tenho certeza de que o investimento retornou de modo positivo. Recebemos visitantes do Brasil, Argentina, Colômbia e Venezuela”, conta Cláudio Bell, diretor de negócios. Na avaliação de Fred Ziegler, diretor geral da EKW-Ziegler, a Metalurgia é muito boa, com público especializado, formado por empresários e engenheiros. “Recebemos visitantes do Chile, Argentina, Peru, Bolívia, Itália e Alemanha. Nossa expectativa é ampliar o faturamento em 20% nos próximos 12 meses em virtude da feira. Com certeza estaremos presente na feira em 2010”, garante Ziegler. As expectativas da Foseco foram superadas. “Joinville é um pólo metalúrgico muito forte e a Metalurgia é a segunda principal feira do setor do Brasil. Já no primeiro dia da feira, que tem crescido a cada edição, ficamos surpresos com a visitação”, relata Ernesto Coppo Rauter. Para Joern Schmidt, diretor da Magma, Engenharia do Brasil a Metalurgia se tornou uma feira de porte nacional, possibilitou bons contatos e a ampliação de relacionamentos com clientes de empresas da região. “A feira é uma ótima oportunidade para as empresas mostrar e acompanhar a evolução dos processos e das ferramentas utilizadas por toda a da cadeia da fundição”, garante Schmidt.
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